Até quando amamentar?

agosto 5, 2008

A importância da amamentação e os benefícios que traz à mamãe e ao bebê são indiscutíveis. Mas quando o assunto é até quando se deve oferecer o peito à criança ainda é fator de dúvida para muitas mamães.

O desmame se inicia quando outro alimento é introduzido além do leite materno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, desde que o crescimento e desenvolvimento do bebê estejam adequados.

Depois dos seis meses, o bebê já tem todo o seu sistema digestivo amadurecido para receber outro alimento que não o leite materno e também já necessita de nutrientes que não são encontrados no leite produzido pela mamãe.

A partir de então, o bebê começa a diminuir as mamadas no peito e adquirir o hábito de mastigar, começando pelos sucos, papinhas doces e salgadas até comer a mesma comida da família. A amamentação passa a ser um complemento da alimentação.

Segundo a OMS, o aleitamento materno deve acontecer pelo menos até os dois anos ou até ser prazeroso para mamãe e criança. O que a mamãe deve ficar atenta é se a amamentação não está interferindo na alimentação da criança e prejudicando a nutrição adequada do pequeno. Como já dissemos, a amamentação deve ser somente um complemento da alimentação após os primeiros meses de vida.

Tá na hora de mamar! – Outra questão importante da amamentação prolongada são os horários das mamadas e a higiene bucal. Desde pequenino a mãe deve realizar a limpeza dos dentinhos e região da boca do seu filho mesmo que sua alimentação seja exclusivamente o leite de peito.

Normalmente o horário da mamada da criança maior é a noite para dormir gostoso no colo da mamãe. É realmente uma delícia, mas as mamães ficam com dó de acordar os filhotes para escovar os dentinhos depois da mamada achando que o leite de peito não oferece o risco de cáries. Engano! Os dentes das crianças precisam ser escovados depois da amamentação, pois o leite materno provoca cárie, sim.

Dúvida – E para desmamar precisa usar a mamadeira? Não. Criança que mama no peito não precisa de mamadeira. Aos seis meses de idade a criança já está apta para sugar um copo aberto, com cuidado, ou um copo com bico. Se a criança for maiorzinha pode-se usar o canudo.

É sempre bom lembrar que a mamadeira e a chupeta são prejudiciais para o desenvolvimento da arcada dentária e musculatura facial, principalmente da região da boca, prejudicando também o desenvolvimento da fala.

Dicas

  • Não use truques como colocar pimenta ou sal no bico do peito para a criança não sugar mais. O melhor é conversar sobre o desmame com o seu filho.
  • Converse com uma nutricionista para verificar se as mamadas não estão interferindo na absorção de nutrientes que a criança precisa.
  • Amamentar é tudo de bom. Amamente exclusivamente até os seis meses e previna sua criança de muitas doenças.

Cuidados com os dentes

julho 24, 2008

Por Thaís Cavalheiro
Você já deu uma boa olhada na escova do seu filho? Nããão?! Pois faça isso já. Cerdas deformadas pelo uso simplesmente não conseguem fazer uma boa limpeza. E aí o lindo sorriso que você adora ver estampado no rostinho dele pode ficar comprometido. É que, entre os 5 e os 6 anos, ocorre a troca da dentição e os cuidados têm de ser redobrados para garantir a saúde bucal por toda a vida. Pois é, não basta ensinar os movimentos de uma escovação eficiente e insistir para que a criança vença a preguiça e vá direto para a pia depois de comer e antes de dormir.

Ainda as cerdas. Atenção: elas não devem conter resíduos visíveis a olho nu, um prato cheio para a proliferação dos germes. Além disso, prefira as macias e com a ponta arredondada. Só assim elas removem a placa bacteriana sem ferir a gengiva. E, se você nunca sabe se está ou não na hora de trocar a escova, aqui vai uma boa dica: jogue fora quando as cerdas perderem a elasticidade. A escova de dente também tem prazo de validade, e ele nunca deve ultrapassar os dois meses.

Observe ainda o tamanho. Será que ele é adequado à boca da criança? Se a cabeça for grande demais, a escova não vai atingir os dentes lá do fundo – os mais prejudicados pela faxina deficiente. O ideal é que ela tenha de 30 a 35 tufos – calma, essa informação costuma vir estampada na embalagem, você não precisa contar. Também dê preferência aos modelos de perfil reto. Eles chegam aos cantos mais difíceis com a maior facilidade. E o cabo? A largura tem de ser confortável para a criança fazer os movimentos como se deve.

A hora para começar a usar o fio dental é agora, quando o pequeno já desenvolveu uma boa coordenação motora. Aliás, essa é uma arma indispensável na guerra contra o acúmulo de placa bacteriana entre os dentes, responsável por cáries e doenças da gengiva. E, por falar em micróbios, acabar com eles é mais simples do que parece. Basta adotar cuidados como estes:

• Ensine seu filhote a sempre lavar as mãos antes de começar a escovar os dentes.
• Faça-o bochechar com água para eliminar resíduos maiores de comida. Parece bobagem, mas isso diminui a chance de eles se esconderem entre as cerdas depois.
• Insista para que lave bem a escova em água corrente após usá-la, explicando que bater o cabo levemente na pia para eliminar o excesso de água deterá a multiplicação dos micróbios, pois eles adoram a umidade!
• Borrife uma substância antimicrobiana, como a clorhexidina, que costuma estar na fórmula dos enxaguatórios bucais.
• Conte a ele que o lugar da escova é no armário. Se ela ficar exposta, poderá ser contaminada pelos coliformes fecais dispersos no ar do banheiro.

Histórias & Aprendizado

julho 15, 2008

Olá!

No site Educação 24 horas você encontra historinhas infantis ilustradas, contadas com áudio e escritas, alêm de jogos educativos e muitos outros passatempos que divertem e educam. Diversão para as crianças e tranquilidade de um ótimo conteúdo na internet para os pais.

Para ler as histórinhas animadas é só clicar nessa imagem abaixo. São muitas histórias divertidas e educativas. Se a página não abrir automaticamente é só se cadastrar que é de graça!

Até mais!

 

 

É possível ser bem-sucedida na carreira e uma mãe cuidadosa ao mesmo tempo? A resposta é sim, mas desde que a mulher tenha clareza do que considera “ser bem-sucedida” nas duas empreitadas, consciente de que ninguém pode fazer tudo ao mesmo tempo.

 

É importante ter em mente que será preciso abrir mão de alguma coisa: quem trabalha em período integral, por exemplo, não poderá ir a todos os eventos da escolinha do filho.Para começar, liste todas as atividades relacionadas ao trabalho e à família, priorizando o que considera necessário ou desejado. Você faz questão de buscar seu filho na escola todos os dias ou sua meta é, nos próximos anos, tornar-se sócia da empresa na qual trabalha? A lista irá ajudá-la a identificar o que considera essencial para sua vida, o que deverá ser reorganizado e o que pode ser deixado para mais tarde. Em seguida, avalie quanto tempo e energia você precisa dedicar para cada item e quais você valoriza.

Reorganizando prioridades

Reorganize a lista, verificando se suas prioridades são compatíveis ou se exigem um esforço muito maior do que sua capacidade de realização. Veja este exemplo: uma jovem advogada optou por dedicar mais tempo para ficar com a filha do que assumir um cargo elevado no escritório em que atua. Com isso, pode trabalhar apenas durante a semana e, assim, reservar os fins de semana e feriados para passeios com a família. Essa opção permitiu que ela mantivesse a atividade profissional, mas com tempo para dedicar-se à maternidade.

 

Outro exemplo: uma médica, desejando completar sua formação em um hospital que abriria portas para sua carreira, mas que exigiria dedicação integral, recorreu à mãe, sogra e berçário para atender às necessidades de seu filho de oito meses, sem sobrecarregá-lo em demasia. Ele passava seis horas no berçário e os familiares se revezavam nos cuidados, fazendo até alguns plantões em sua casa enquanto a mãe cumpria turnos no hospital. Tal arranjo familiar colaborou para a realização profissional da médica e para o bom atendimento ao seu bebê.Vale a pena citar também outra experiência de pais muito ocupados que, preocupados com o bem-estar da filha de seis meses e impossibilitados de recorrer à família, acertaram um berçário em tempo integral sem, no entanto, alterar alguns hábitos de sono de seu bebê, principalmente pela manhã.

Para resolver as questões do horário de acordar, além do horário da entrada e saída da escola, contrataram uma pessoa de sua confiança para cumprir e acompanhar a rotina de cuidados, banho, roupa e alimentação de maneira que, ao chegarem em casa, às 19h, podiam completar os cuidados e dedicar atenção à filha. Hoje, a criança, que já completou três anos, está bem adaptada à escola e, apesar de sentir falta dos pais, não fica irritada com sua demora, expressando estar devidamente atendida e acolhida.

Eliminando, reavaliando ou postergando objetivos que se apresentem complicados demais, você terá em mãos a decisão sobre a sua vida. Estruture suas metas com maturidade, fazendo o melhor que puder com os itens excluídos de suas prioridades, sem arrependimento ou culpa. Isso irá ajudá-la a planejar a rotina de sua vida profissional e a de seu filho, sem que nada ou ninguém saia prejudicado.

Revisado por Lídia Maria Chacon de Freitas, psicóloga e educadora infantil.

 

 

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Atenção ao sapatinho

junho 9, 2008

Quem não se encanta com sapato de criança? Sandálias, mocassins, chinelos, tudo tão pequeno. Imagina então que coisa mais fofinha o bebê usando uma miniatura do lançamento da estação! Mas cuidado. Antes de levar o novo modelo para casa é preciso conferir algumas características do calçado. Acredite: por mais engraçadinho que possa parecer, o sapato infantil não deve ser uma réplica do adulto.
E não é só isso. Para cada fase da vida da criança existe um modelo que se adapta melhor às características do momento, sem prejudicar o desenvolvimento dos pezinhos.

Bebê descalço

A moda do calçado infantil não vê idade. Hoje, é possível encontrar opções até para bebês de colo. Mas a verdade é que bebês que ainda não caminham não precisam usar sapato, já que sua função é proteger o pé de elementos estranhos que estão no chão. Um par de meias, ou um sapato feito de tecido e com a palmilha plana, é o suficiente para manter o pequeno bem longe de qualquer impureza.

Assim que o bebê começar a ensaiar os primeiros passinhos, por volta de um ano de idade, é hora de começar a pensar em um calçado com características um pouco diferentes. O ideal é optar por aqueles que são revestidos com material que deixa os pés bem ventilados e que se fixam bem ao calcanhar, para evitar torções.

Atenção também ao solado. Ele deve ser flexível, deve dobrar sob a planta do pé, e não sob o calcanhar, e também não deve ser muito liso, diminuindo assim as chances de a criança escorregar.

Quando o bebê estiver em um ambiente que você considere protegido, como dentro de casa, deixe-o andar descalço. É um ótimo exercício para o desenvolvimento da musculatura do pé.

Por fim, procure um modelo que deixe os pés bem acomodados: os dedos não podem ficar curvados nem o peito do pé apertado. Por isso, nada de sapato certinho no tamanho.

Dicas para a hora da compra

– Peça para a criança calçar os dois pés e verifique se o calcanhar não desliza com facilidade;
– Se a criança tiver um pé maior que o outro, opte sempre pelo maior número;
– Esqueça aquela conversa de que os sapatos irão se “moldar ao pé” conforme o uso. Lembre-se que eles devem proporcionar bem-estar à criança;
– Certifique-se de que existe uma folga entre o dedo maior e a ponta do sapato. O ideal é ter um espaço de até 1cm.

Um bom sapato para a criança deve ser confortável, flexível e do tamanho certo. Boas compras!

 

 

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O planejamento começa na barriga e precisa ser sério para dar conta do futuro com tudo de bom que você deseja para o seu bebê. Nossos consultores mostram o caminho das pedras para cobrir todos os gastos das fraldas à faculdade

A gravidez é uma fase de muitas expectativas e inúmeras questões passam pela sua cabeça, desde as que serão respondidas dentro de meses, como a curiosidade em saber como será o rostinho do bebê, até outras ligadas a um futuro mais distante, como as condições para bancar uma boa educação ou o dia em que ele arrumar a primeira namorada. A maioria dessas reflexões é mero exercício de futurologia, mas a resposta para uma delas, pelo menos, você pode começar a construir desde já: as condições financeiras para criar seu rebento até que ele se vire sozinho. Quanto antes iniciar seu planejamento, melhor. Um filho representa uma despesa adicional considerável no orçamento de um casal. Cálculos do consultor Marcos Silvestre, coordenador-executivo do Centro de Estudos de Finanças Pessoais e Negócios (Cefipe), de São Paulo, mostram que uma família de classe média, com renda familiar ao redor de 4 mil reais mensais, deve gastar algo em torno de 250 mil reais até os 23 anos, ou do nascimento até o término da faculdade. É assustador, não? Mas considere que essa é a soma de gastos de mais de 20 anos e não um dinheiro que você terá de desembolsar de uma vez. Boa parte desse montante – provavelmente a maior parcela – deverá vir da acomodação do seu orçamento às novas necessidades, redefinindo prioridades e substituindo algumas despesas atuais por outras que irão surgir. Os consultores em finanças recomendam especialmente a preparação de uma reserva para o momento em que os custos serão maiores e mais concentrados, que é o período correspondente ao da faculdade. Para ajudar a elaborar sua programação financeira, acompanhe o detalhamento dos gastos e dicas dos especialistas.

 

 

 

Antes de o bebê nascer

 

 

Toda a preparação para seu bebê chegar deve consumir no mínimo 3 mil reais, de acordo com os resultados da segunda etapa do estudo do Cefipe, que está em fase de conclusão. As contas incluem a montagem do quarto – berço, cômoda, poltrona de amamentação, cama para acompanhante e decoração -; a compra de equipamentos como carrinho, banheira, cadeirão etc.; e o enxoval, considerando, além das roupas, mamadeira, chupeta e outros utensílios. É claro que o valor total vai variar em função da qualidade e variedade de artigos que você escolher.

Segundo o levantamento, pode chegar até 30 mil reais se a família optar por um enxoval de grife, produtos importados e outros luxos. Por isso, é importante segurar a ansiedade na hora das compras. “É normal os pais quererem o melhor para os filhos, mas têm de manter a cabeça fria e avaliar se pagar mais por determinado produto realmente é necessário ou se o benefício adicional compensa a diferença de preço”, observa Marcos Silvestre. “Também vale pedir emprestados itens, desde que em bom estado, de parentes e amigos que tenham tido bebê recentemente, porque esses objetos serão usados por pouco tempo. Logo o bebê crescerá e não precisará mais do cadeirão, por exemplo.”

 

 

 

Até os 18 anos

 

 

Agora o bebê nasceu e você entra no mundo das fraldas, um dos maiores gastos dessa fase. Até os 6 meses de vida, se estiver amamentando, você não terá de se preocupar com comida: o leite materno deve ser o único alimento, o que, além de ideal para o bebê, é supereconômico para a família. Se for complementar com leite artificial, prepare o bolso – ele pode ficar indigesto para o orçamento. Além da alimentação, haverá despesas com reposição do enxoval, à medida que a criança vai crescendo, e visitas ao pediatra. Caso o médico pertença ao plano de saúde, as contas inicialmente serão um pouco mais leves. A economia, no entanto, não dura muito, porque geralmente os pais trabalham fora e será preciso contratar uma babá ou optar por um berçário. É por essa razão que a pesquisa do Cefipe não faz diferenciação nos custos mensais até os 18 anos, que, para uma família de classe média, fica ao redor de 750 reais. “Os gastos vão sendo substituídos, mas não há muita variação”, observa Silvestre. “Um berçário pode custar tanto quanto uma mensalidade escolar e, se uma hora cessam os gastos com fraldas, aumentam outras despesas.” No valor mensal de 750 reais estão incluídos gastos diretos com a criança, como educação e vestuário, e os indiretos, que compõem despesas gerais da família, como alimentação e plano de saúde, por exemplo. “A educação ocupa sozinha 50% desse total, levando em conta a escolha de uma boa escola de bairro”, explica o consultor. Se você optar por um colégio de renome, de mensalidade mais alta, a projeção mensal pode crescer significativamente.

 

 

 

Dos 18 aos 23 anos

 

 

É nesse período que a situação fica mais apertada. De acordo com os cálculos de Silvestre, por causa da faculdade, dos custos mais elevados com gasolina – é comum o jovem usar um dos carros da família se não tiver o dele – e da atividade social mais intensa, o gasto mensal com o herdeiro dobra para algo que pode chegar facilmente a 1,5 mil reais. Por esse motivo, é para essa fase que se recomenda a preparação de uma reserva financeira. O segredo para tudo dar certo é começar cedo. Quer ver só? Para custear totalmente a universidade, você deverá reunir algo próximo de 40 mil reais, considerando uma mensalidade ao redor de 800 reais e um curso com duração de quatro anos.

Se iniciar uma aplicação financeira assim que o bebê nascer, em um fundo de renda fixa conservador, por exemplo, que pague juros reais de 0,2% ao mês (sem contar a reposição da inflação), precisará aplicar mensalmente, em valores atuais, 148,20 reais. Assim, chegará aos 40 mil reais quando seu filho completar 18 anos. Se iniciar o investimento quando a criança tiver 2 anos, o valor empregado deve aumentar um pouco, para 171,09 reais. Se você achou muito, outra opção é reservar ao menos uma parte disso – que já será de boa ajuda no futuro. Aplicando, por exemplo, 50 reais por mês a partir do nascimento, você terá cerca de 13,5 mil reais 18 anos depois.

 

 

 

Onde investir

 

 

Qual a aplicação mais indicada para esperar tanto tempo? Existe uma lógica em finanças segundo a qual de quanto mais tempo você dispõe, mais pode aumentar suas possibilidades de ganho com investimentos de maior risco. No entanto, apesar de contar com um prazo bastante longo – de 18 a 20 anos -, essa regra não é totalmente aplicável quando o que está em jogo é a educação dos filhos. Os especialistas recomendam aplicações conservadoras ou no máximo que conjuguem as duas fórmulas, destinando uma parcela menor para investimentos mais arriscados, como fundos de ações. “Mas não deve ser mais de 20%”, observa o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, autor do livro Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem (Editora Gente). “Não se trata de uma reserva apenas, há um objetivo bem claro para o futuro e colocar esse recurso em risco não é um bom negócio.” Mas isso também não significa que você deva se restringir à caderneta de poupança. “Há alternativas mais rentáveis e praticamente tão seguras quanto”, ressalta Cerbasi.

 

Quais são elas? “Fundos de renda fixa conservadores, CDBs de grandes bancos e títulos do governo, que podem ser adquiridos a partir de 200 reais pelo Tesouro Direto.” O importante é manter a disciplina de fazer os aportes mensais para que sua reserva cresça da maneira planejada. Vale ainda uma dica que na maioria das vezes a gente não leva em consideração: “A cada seis meses, corrija o valor que você aplica mensalmente pela inflação – ao longo de 18 anos fará diferença”. Outra opção, válida principalmente para quem não quer se preocupar em acompanhar passo a passo o investimento – como o prazo é muito longo, pode ser recomendável mudar de aplicação ao longo do caminho -, são os planos voltados para a educação dos filhos oferecidos pelos bancos. Eles nada mais são do que planos de previdência, tipo PGBL ou VGBL, mas que prevêem um resgate mais cedo do que aconteceria na aposentaria, geralmente programado para o período da faculdade. Há opções para todos os bolsos, com aplicações mínimas a partir de 40, 50 reais. Ao final do período contratado, você pode escolher entre retirar tudo de uma vez ou receber o valor dividido em parcelas mensais. No site dos bancos você encontra simuladores que permitem projetar quanto receberá no futuro, de acordo com diferentes valores mensais de aplicação.

 

 

 

Importante, mas não intocável

 

 

Seja qual for o investimento que você escolher, lembre-se de que essa reserva é importante, mas não intocável. Em situações de emergência, em que esteja em jogo o bem-estar da sua família, ela pode – e deve – ser usada. “Não tem cabimento detonar o patrimônio familiar e deixar intacta a poupança do Júnior”, destaca a consultora Cássia D’Aquino, especializada em educação financeira. O mesmo raciocínio vale para a decisão de quanto aplicar mensalmente. “Quando o bebê nasce, é tão milagroso que tenha acontecido que a tentação é desviar a atenção de tudo o mais para a criança”, comenta. “Mas é necessário bom senso e trabalhar com o orçamento que você tem.” Outra recomendação fundamental: cuidado com as expectativas. Pode ser que, ao terminar o ensino médio, seu filho adolescente diga que não tem a menor intenção de fazer a faculdade que você sonhou para ele. “É importante que os pais entendam essa poupança como uma reserva que dará apoio ao filho no início da vida adulta, seja para ajudar no período universitário, na abertura de um negócio próprio, na compra do primeiro imóvel ou no que mais combinarem”, ressalta Cássia. Também não se desespere se o seu orçamento não permite juntar a provisão que você gostaria de oferecer quando seu jovem tiver 18 ou 20 anos. “Mais do que tudo, a gente deve prover os filhos de educação e afeto para que, lá na frente, eles tenham condições de caminhar sozinhos.”

 

 

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Homenagem às Mães

maio 8, 2008

 

Às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;


Às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez – talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;


Às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;


Às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar…;


Às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho…;


Também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe…e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício…


A todas as Mães, a todas sem exceção, um Abraço e um Beijo cheios de amor e de ternura! E Parabéns por seu dia, obrigado por tudo
 

Mãe,

Te Amo

 

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