Cuidados com os dentes

julho 24, 2008

Por Thaís Cavalheiro
Você já deu uma boa olhada na escova do seu filho? Nããão?! Pois faça isso já. Cerdas deformadas pelo uso simplesmente não conseguem fazer uma boa limpeza. E aí o lindo sorriso que você adora ver estampado no rostinho dele pode ficar comprometido. É que, entre os 5 e os 6 anos, ocorre a troca da dentição e os cuidados têm de ser redobrados para garantir a saúde bucal por toda a vida. Pois é, não basta ensinar os movimentos de uma escovação eficiente e insistir para que a criança vença a preguiça e vá direto para a pia depois de comer e antes de dormir.

Ainda as cerdas. Atenção: elas não devem conter resíduos visíveis a olho nu, um prato cheio para a proliferação dos germes. Além disso, prefira as macias e com a ponta arredondada. Só assim elas removem a placa bacteriana sem ferir a gengiva. E, se você nunca sabe se está ou não na hora de trocar a escova, aqui vai uma boa dica: jogue fora quando as cerdas perderem a elasticidade. A escova de dente também tem prazo de validade, e ele nunca deve ultrapassar os dois meses.

Observe ainda o tamanho. Será que ele é adequado à boca da criança? Se a cabeça for grande demais, a escova não vai atingir os dentes lá do fundo – os mais prejudicados pela faxina deficiente. O ideal é que ela tenha de 30 a 35 tufos – calma, essa informação costuma vir estampada na embalagem, você não precisa contar. Também dê preferência aos modelos de perfil reto. Eles chegam aos cantos mais difíceis com a maior facilidade. E o cabo? A largura tem de ser confortável para a criança fazer os movimentos como se deve.

A hora para começar a usar o fio dental é agora, quando o pequeno já desenvolveu uma boa coordenação motora. Aliás, essa é uma arma indispensável na guerra contra o acúmulo de placa bacteriana entre os dentes, responsável por cáries e doenças da gengiva. E, por falar em micróbios, acabar com eles é mais simples do que parece. Basta adotar cuidados como estes:

• Ensine seu filhote a sempre lavar as mãos antes de começar a escovar os dentes.
• Faça-o bochechar com água para eliminar resíduos maiores de comida. Parece bobagem, mas isso diminui a chance de eles se esconderem entre as cerdas depois.
• Insista para que lave bem a escova em água corrente após usá-la, explicando que bater o cabo levemente na pia para eliminar o excesso de água deterá a multiplicação dos micróbios, pois eles adoram a umidade!
• Borrife uma substância antimicrobiana, como a clorhexidina, que costuma estar na fórmula dos enxaguatórios bucais.
• Conte a ele que o lugar da escova é no armário. Se ela ficar exposta, poderá ser contaminada pelos coliformes fecais dispersos no ar do banheiro.

Histórias & Aprendizado

julho 15, 2008

Olá!

No site Educação 24 horas você encontra historinhas infantis ilustradas, contadas com áudio e escritas, alêm de jogos educativos e muitos outros passatempos que divertem e educam. Diversão para as crianças e tranquilidade de um ótimo conteúdo na internet para os pais.

Para ler as histórinhas animadas é só clicar nessa imagem abaixo. São muitas histórias divertidas e educativas. Se a página não abrir automaticamente é só se cadastrar que é de graça!

Até mais!

 

 

Atenção ao sapatinho

junho 9, 2008

Quem não se encanta com sapato de criança? Sandálias, mocassins, chinelos, tudo tão pequeno. Imagina então que coisa mais fofinha o bebê usando uma miniatura do lançamento da estação! Mas cuidado. Antes de levar o novo modelo para casa é preciso conferir algumas características do calçado. Acredite: por mais engraçadinho que possa parecer, o sapato infantil não deve ser uma réplica do adulto.
E não é só isso. Para cada fase da vida da criança existe um modelo que se adapta melhor às características do momento, sem prejudicar o desenvolvimento dos pezinhos.

Bebê descalço

A moda do calçado infantil não vê idade. Hoje, é possível encontrar opções até para bebês de colo. Mas a verdade é que bebês que ainda não caminham não precisam usar sapato, já que sua função é proteger o pé de elementos estranhos que estão no chão. Um par de meias, ou um sapato feito de tecido e com a palmilha plana, é o suficiente para manter o pequeno bem longe de qualquer impureza.

Assim que o bebê começar a ensaiar os primeiros passinhos, por volta de um ano de idade, é hora de começar a pensar em um calçado com características um pouco diferentes. O ideal é optar por aqueles que são revestidos com material que deixa os pés bem ventilados e que se fixam bem ao calcanhar, para evitar torções.

Atenção também ao solado. Ele deve ser flexível, deve dobrar sob a planta do pé, e não sob o calcanhar, e também não deve ser muito liso, diminuindo assim as chances de a criança escorregar.

Quando o bebê estiver em um ambiente que você considere protegido, como dentro de casa, deixe-o andar descalço. É um ótimo exercício para o desenvolvimento da musculatura do pé.

Por fim, procure um modelo que deixe os pés bem acomodados: os dedos não podem ficar curvados nem o peito do pé apertado. Por isso, nada de sapato certinho no tamanho.

Dicas para a hora da compra

– Peça para a criança calçar os dois pés e verifique se o calcanhar não desliza com facilidade;
– Se a criança tiver um pé maior que o outro, opte sempre pelo maior número;
– Esqueça aquela conversa de que os sapatos irão se “moldar ao pé” conforme o uso. Lembre-se que eles devem proporcionar bem-estar à criança;
– Certifique-se de que existe uma folga entre o dedo maior e a ponta do sapato. O ideal é ter um espaço de até 1cm.

Um bom sapato para a criança deve ser confortável, flexível e do tamanho certo. Boas compras!

 

 

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O planejamento começa na barriga e precisa ser sério para dar conta do futuro com tudo de bom que você deseja para o seu bebê. Nossos consultores mostram o caminho das pedras para cobrir todos os gastos das fraldas à faculdade

A gravidez é uma fase de muitas expectativas e inúmeras questões passam pela sua cabeça, desde as que serão respondidas dentro de meses, como a curiosidade em saber como será o rostinho do bebê, até outras ligadas a um futuro mais distante, como as condições para bancar uma boa educação ou o dia em que ele arrumar a primeira namorada. A maioria dessas reflexões é mero exercício de futurologia, mas a resposta para uma delas, pelo menos, você pode começar a construir desde já: as condições financeiras para criar seu rebento até que ele se vire sozinho. Quanto antes iniciar seu planejamento, melhor. Um filho representa uma despesa adicional considerável no orçamento de um casal. Cálculos do consultor Marcos Silvestre, coordenador-executivo do Centro de Estudos de Finanças Pessoais e Negócios (Cefipe), de São Paulo, mostram que uma família de classe média, com renda familiar ao redor de 4 mil reais mensais, deve gastar algo em torno de 250 mil reais até os 23 anos, ou do nascimento até o término da faculdade. É assustador, não? Mas considere que essa é a soma de gastos de mais de 20 anos e não um dinheiro que você terá de desembolsar de uma vez. Boa parte desse montante – provavelmente a maior parcela – deverá vir da acomodação do seu orçamento às novas necessidades, redefinindo prioridades e substituindo algumas despesas atuais por outras que irão surgir. Os consultores em finanças recomendam especialmente a preparação de uma reserva para o momento em que os custos serão maiores e mais concentrados, que é o período correspondente ao da faculdade. Para ajudar a elaborar sua programação financeira, acompanhe o detalhamento dos gastos e dicas dos especialistas.

 

 

 

Antes de o bebê nascer

 

 

Toda a preparação para seu bebê chegar deve consumir no mínimo 3 mil reais, de acordo com os resultados da segunda etapa do estudo do Cefipe, que está em fase de conclusão. As contas incluem a montagem do quarto – berço, cômoda, poltrona de amamentação, cama para acompanhante e decoração -; a compra de equipamentos como carrinho, banheira, cadeirão etc.; e o enxoval, considerando, além das roupas, mamadeira, chupeta e outros utensílios. É claro que o valor total vai variar em função da qualidade e variedade de artigos que você escolher.

Segundo o levantamento, pode chegar até 30 mil reais se a família optar por um enxoval de grife, produtos importados e outros luxos. Por isso, é importante segurar a ansiedade na hora das compras. “É normal os pais quererem o melhor para os filhos, mas têm de manter a cabeça fria e avaliar se pagar mais por determinado produto realmente é necessário ou se o benefício adicional compensa a diferença de preço”, observa Marcos Silvestre. “Também vale pedir emprestados itens, desde que em bom estado, de parentes e amigos que tenham tido bebê recentemente, porque esses objetos serão usados por pouco tempo. Logo o bebê crescerá e não precisará mais do cadeirão, por exemplo.”

 

 

 

Até os 18 anos

 

 

Agora o bebê nasceu e você entra no mundo das fraldas, um dos maiores gastos dessa fase. Até os 6 meses de vida, se estiver amamentando, você não terá de se preocupar com comida: o leite materno deve ser o único alimento, o que, além de ideal para o bebê, é supereconômico para a família. Se for complementar com leite artificial, prepare o bolso – ele pode ficar indigesto para o orçamento. Além da alimentação, haverá despesas com reposição do enxoval, à medida que a criança vai crescendo, e visitas ao pediatra. Caso o médico pertença ao plano de saúde, as contas inicialmente serão um pouco mais leves. A economia, no entanto, não dura muito, porque geralmente os pais trabalham fora e será preciso contratar uma babá ou optar por um berçário. É por essa razão que a pesquisa do Cefipe não faz diferenciação nos custos mensais até os 18 anos, que, para uma família de classe média, fica ao redor de 750 reais. “Os gastos vão sendo substituídos, mas não há muita variação”, observa Silvestre. “Um berçário pode custar tanto quanto uma mensalidade escolar e, se uma hora cessam os gastos com fraldas, aumentam outras despesas.” No valor mensal de 750 reais estão incluídos gastos diretos com a criança, como educação e vestuário, e os indiretos, que compõem despesas gerais da família, como alimentação e plano de saúde, por exemplo. “A educação ocupa sozinha 50% desse total, levando em conta a escolha de uma boa escola de bairro”, explica o consultor. Se você optar por um colégio de renome, de mensalidade mais alta, a projeção mensal pode crescer significativamente.

 

 

 

Dos 18 aos 23 anos

 

 

É nesse período que a situação fica mais apertada. De acordo com os cálculos de Silvestre, por causa da faculdade, dos custos mais elevados com gasolina – é comum o jovem usar um dos carros da família se não tiver o dele – e da atividade social mais intensa, o gasto mensal com o herdeiro dobra para algo que pode chegar facilmente a 1,5 mil reais. Por esse motivo, é para essa fase que se recomenda a preparação de uma reserva financeira. O segredo para tudo dar certo é começar cedo. Quer ver só? Para custear totalmente a universidade, você deverá reunir algo próximo de 40 mil reais, considerando uma mensalidade ao redor de 800 reais e um curso com duração de quatro anos.

Se iniciar uma aplicação financeira assim que o bebê nascer, em um fundo de renda fixa conservador, por exemplo, que pague juros reais de 0,2% ao mês (sem contar a reposição da inflação), precisará aplicar mensalmente, em valores atuais, 148,20 reais. Assim, chegará aos 40 mil reais quando seu filho completar 18 anos. Se iniciar o investimento quando a criança tiver 2 anos, o valor empregado deve aumentar um pouco, para 171,09 reais. Se você achou muito, outra opção é reservar ao menos uma parte disso – que já será de boa ajuda no futuro. Aplicando, por exemplo, 50 reais por mês a partir do nascimento, você terá cerca de 13,5 mil reais 18 anos depois.

 

 

 

Onde investir

 

 

Qual a aplicação mais indicada para esperar tanto tempo? Existe uma lógica em finanças segundo a qual de quanto mais tempo você dispõe, mais pode aumentar suas possibilidades de ganho com investimentos de maior risco. No entanto, apesar de contar com um prazo bastante longo – de 18 a 20 anos -, essa regra não é totalmente aplicável quando o que está em jogo é a educação dos filhos. Os especialistas recomendam aplicações conservadoras ou no máximo que conjuguem as duas fórmulas, destinando uma parcela menor para investimentos mais arriscados, como fundos de ações. “Mas não deve ser mais de 20%”, observa o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, autor do livro Dinheiro – Os Segredos de Quem Tem (Editora Gente). “Não se trata de uma reserva apenas, há um objetivo bem claro para o futuro e colocar esse recurso em risco não é um bom negócio.” Mas isso também não significa que você deva se restringir à caderneta de poupança. “Há alternativas mais rentáveis e praticamente tão seguras quanto”, ressalta Cerbasi.

 

Quais são elas? “Fundos de renda fixa conservadores, CDBs de grandes bancos e títulos do governo, que podem ser adquiridos a partir de 200 reais pelo Tesouro Direto.” O importante é manter a disciplina de fazer os aportes mensais para que sua reserva cresça da maneira planejada. Vale ainda uma dica que na maioria das vezes a gente não leva em consideração: “A cada seis meses, corrija o valor que você aplica mensalmente pela inflação – ao longo de 18 anos fará diferença”. Outra opção, válida principalmente para quem não quer se preocupar em acompanhar passo a passo o investimento – como o prazo é muito longo, pode ser recomendável mudar de aplicação ao longo do caminho -, são os planos voltados para a educação dos filhos oferecidos pelos bancos. Eles nada mais são do que planos de previdência, tipo PGBL ou VGBL, mas que prevêem um resgate mais cedo do que aconteceria na aposentaria, geralmente programado para o período da faculdade. Há opções para todos os bolsos, com aplicações mínimas a partir de 40, 50 reais. Ao final do período contratado, você pode escolher entre retirar tudo de uma vez ou receber o valor dividido em parcelas mensais. No site dos bancos você encontra simuladores que permitem projetar quanto receberá no futuro, de acordo com diferentes valores mensais de aplicação.

 

 

 

Importante, mas não intocável

 

 

Seja qual for o investimento que você escolher, lembre-se de que essa reserva é importante, mas não intocável. Em situações de emergência, em que esteja em jogo o bem-estar da sua família, ela pode – e deve – ser usada. “Não tem cabimento detonar o patrimônio familiar e deixar intacta a poupança do Júnior”, destaca a consultora Cássia D’Aquino, especializada em educação financeira. O mesmo raciocínio vale para a decisão de quanto aplicar mensalmente. “Quando o bebê nasce, é tão milagroso que tenha acontecido que a tentação é desviar a atenção de tudo o mais para a criança”, comenta. “Mas é necessário bom senso e trabalhar com o orçamento que você tem.” Outra recomendação fundamental: cuidado com as expectativas. Pode ser que, ao terminar o ensino médio, seu filho adolescente diga que não tem a menor intenção de fazer a faculdade que você sonhou para ele. “É importante que os pais entendam essa poupança como uma reserva que dará apoio ao filho no início da vida adulta, seja para ajudar no período universitário, na abertura de um negócio próprio, na compra do primeiro imóvel ou no que mais combinarem”, ressalta Cássia. Também não se desespere se o seu orçamento não permite juntar a provisão que você gostaria de oferecer quando seu jovem tiver 18 ou 20 anos. “Mais do que tudo, a gente deve prover os filhos de educação e afeto para que, lá na frente, eles tenham condições de caminhar sozinhos.”

 

 

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1. Brincar, brincar, brincar.2. Acampar na sala com você.

3. Ter segredos gostosos com o pai e com a mãe, separadamente.

4. Tomar banho de esguicho.

5. Plantar uma árvore ou um pezinho de feijão no algodão, dá na mesma.

6. Fazer biscoito, bolo, comida, se sujando e sujando a cozinha toda. Depois, comer aquela gororoba e ter dor de barriga.

7. E ganhar colinho. Ganhar colinho sempre, mesmo quando o colo fica pequeno. Aliás, existe colo pequeno? Que conversa estranha… Colo é colo!

8. Ter uma festa de aniversário legal – isso não tem nada a ver com gastar dinheiro e, sim, com reunir a família, comemorar e estar feliz.

9. Esperar o coelho da Páscoa. E ver as pegadas dele no chão…

10. Viajar “sozinho” – com os amigos, a escola, o acampamento…

11. Esperar Papai Noel chegar. E entender que aquele presente escondido no armário dos pais é outra coisa, nada a ver com Papai Noel.

12. Fazer misturinha. Sabe o que é? É poder, quando ir ao restaurante, misturar no copo de água tudo que aparecer na mesa: a bebida dos outros, açúcar, sal, pimenta, azeite, farelo de pão…

13. Ir para a escola, ser alfabetizado.

14. Ficar deitado na grama vendo estrelas e o desenho das nuvens

15. Escrever na parede – e levar bronca. Faz parte, mas uma coisa não invalida a outra.

16. Aprender a amarrar o tênis. E se sentir importante por causa disso.

17. Sentir-se importante. Porque, de fato, é.

18. Inventar história. Em todos os sentidos. Inventar.

19. Aprender a comer o básico. Porque o básico é básico.

20. Dormir bem e na hora. Em silêncio, limpinho, na própria cama.

21. Ir dormir tarde de vez em quando, porque é uma delícia.

22. Dormir na cama da mãe e do pai e fazer farra ou esticar a preguiça.

23. Faltar na aula sem motivo, num dia de chuva, por exemplo, e ficar em casa de pijama, brincando.

24. Ir à escola e aprender. Aprender até que faltar na aula é um prejuízo danado…

25. Fazer uma viagem pra longe. Disney. Esquiar. Acampar. Pantanal. Mudar de ambiente. Sonhar, delirar.

26. Descobrir que voltar pra casa é muito bom. E que nossa casa é um mundo, o universo.

27. Aprender a nadar, andar de bicicleta, ficar em pé no balanço.

28. Ter tido, estar pensando em ter ou ter freqüentado uma casinha na árvore. Vale só desejar, também. Aliás, desejar é muito bom, sempre. Motiva.

29. Ter ido a um concerto ou a um balé clássico ou uma ópera. E a um show de rock e a muitas e muitas e muitas peças infantis.

30. Fazer um espetáculo. Aquele de balé, do final do ano. Aquele da escola. Um show com os amigos, improvisado. Valem todos.

31. Ter coleção. De revista, de figurinha, de meleca, de mosquito morto, de minhoca, de carrinho, o que for.

32. Fazer besteira e não contar pra ninguém.

33. Dormir na casa dos avós, curtir com os avós, aproveitar os avós.

34. Ter medo e correr pro colo do pai e da mãe. E descobrir que, assim, o medo passa.

35. Aprender a comer comida japonesa ou thai, ou qualquer uma, assim, “diferente”.

36. Cantar.

37.Ter um amigão ou amigona de verdade, não invisível.

38. Ter falado o que gosta, ouvido o que não gosta, respondido o que não devia e pedido desculpa.

39. Ter conversado muito, muito, com o anjo da guarda.

40. Ter sido criança. Todos os dias. Aproveitando isso. Sem ninguém atrapalhar.

 

Mal aprendem a falar, os pequenos viram uns perguntadores de marca maior. Sexo para eles está na pauta do dia. As curiosidades a respeito variam dependendo do ambiente, do cotidiano, do espaço que a criança tem para falar sobre sexualidade em casa, dos vínculos construídos com os familiares e educadores. Apresentamos algumas das perguntas mais freqüentes, em cada idade, e a forma mais simples de respondê-las.

De 2 a 3 anos

Posso fazer xixi de pé, como meu irmão? (Pergunta de menina)
Pode, mas vai molhar a tampa do vaso sanitário e o chão. Os meninos fazem xixi de pé porque fica mais fácil. Se eles fossem fazer xixi sentados na privada, teriam que segurar o pênis para baixo para não molhar o chão.

Por onde sai meu xixi? (Pergunta de menina)
Por um buraquinho que tem entre suas pernas. Se você quiser, pode ver com um espelhinho.

Por que não posso mexer no pipi do papai?
Crianças e adultos não devem mexer no pênis ou na vulva um do outro. As crianças – da mesma idade – podem fazer brincadeiras entre si.

Por que o pipi do papai é maior que o meu? (Pergunta de menino)
Porque ele é maior do que você. Os braços são maiores, as pernas e o pipi também tem que ser.



De 4 a 6 anos

Por onde saem os bebês?
Por um buraquinho chamado vagina que existe entre as pernas da mamãe. A mulher vai para o hospital na hora de o bebê nascer. Às vezes, o médico precisa abrir a barriga da mãe para tirar o bebê.

E como ele entra na barriga da mãe?
Um jeito muito especial de responder a essa pergunta está no livro Mamãe Botou um Ovo!, de Babette Colle. A mamãe tem ovos dentro da barriga. O papai tem sementes nos saquinhos que ficam fora do seu corpo. O papai tem um tubo. As sementes que estão nos saquinhos saem por ali. O papai encaixa na mamãe e o tubo entra na barriga dela por um pequeno buraco. Então as sementes nadam lá dentro com a ajuda de seus rabinhos até o ovo. Quando os dois se juntam formam o bebê.

Por que a professora ficou brava quando o Pedro disse filho da puta?
Puta é como são chamadas as mulheres que recebem dinheiro dos homens para ter relação sexual. Xingar alguém assim é uma ofensa para a sua mãe.



De 7 a 10 anos

É verdade que o bebê é feito de pedaço de cabeça de mulher, de braço, de perna?
Para se gerar um bebê é necessário que o espermatozóide do homem encontre o óvulo da mulher. São tão pequeninos que não dá pra ver sem lente de aumento.

E como ele se alimenta?
O bebê se alimenta pelo cordão umbilical, que liga a mãe à criança.
O sangue que passa pelo cordão é transformado em nutrientes e oxigênio antes de chegar ao bebê.

O que é abuso sexual?
É uma situação em que a criança ou adolescente é usado para o prazer de um adulto ou mesmo de um adolescente mais velho. Acontecem carícias no órgão genital, na mama, no ânus e até o ato sexual, com ou sem violência. É importante que você saiba que o seu corpinho é só seu e só você dirá quem pode tocá-lo. As brincadeiras devem ser com alguém da sua idade.

Como é que a gente dá beijo na boca?
Tem vários modos e depende da intimidade das pessoas que se beijam. Elas podem apenas encostar os lábios uma da outra e, se forem muito íntimas, abrir um pouquinho a boca e tocar uma língua na outra. Mas isso não é coisa de criança. Quando você crescer vai saber o que fazer na hora de beijar.

 

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Encontrei uma reportagem da revista Claúdia e achei muito interessante para o blog, postei um certo trecho que seria de nosso interesse.

Abraços

As crianças sentadas hoje nos bancos escolares do Brasil estão sendo preparadas para o futuro que as espera? Foram visitadas Instituições de ensino públicas e privadas de São Paulo que propõem estratégias inovadoras para formar os líderes de amanhã.

Os desafios nunca foram tão imensos, e o papel da escola na superação deles é crucial. Como educar cidadãos para um século que, segundo o historiador inglês Eric Hobsbawm, talvez não seja tão mortífero quanto o anterior, que assistiu a duas grandes guerras, mas que já se anuncia turbulento? Como preparar crianças e jovens para enfrentar – e quem sabe melhorar – uma sociedade desigual e polarizada, com ricos cada vez mais ricos e competitividade crescente?

O que fazer para que a geração que hoje freqüenta os bancos das escolas aprenda a proteger o planeta? Qual a melhor maneira de mostrar a esses jovens, habituados a relações virtuais, quão valioso é o contato físico, o olho no olho?

“Não basta apenas entregar um conjunto de informações: é preciso preparar para pensar”, acredita o educador Moacir Gadotti, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo, e consultor da Unesco, o braço das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura. O assunto é tão sério e urgente que, ainda nos anos 90, a Unesco encomendou ao político francês Jacques Delors um relatório sobre a educação para o novo século. No texto, concluído em 1996, Delors indica quatro pilares que devem moldar o aprendizado no nosso tempo: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. “A grande mudança pode ser sintetizada no conceito de educação para toda a vida”, afirma Gadotti. Isto é, a aquisição de conhecimentos não se limita à escola: ela nunca pára de acontecer. “É uma visão holística da educação.”

No Brasil, com um sistema de ensino cambaleante, escolas depauperadas e professores despreparados, os pilares de Delors soam como utopia. Não são. Na linha de frente do ensino, pensando no futuro, várias escolas públicas e privadas vêm experimentando estratégias para melhor preparar crianças e jovens para o complexo século 21. Para pais e mães, as iniciativas delas podem ajudar na escolha do melhor ensino para o filho.

 

Para ler o resto da reportagem clique aqui:

http://claudia.abril.uol.com.br/materias/2778/?pagina1&sh=34&cnl=47&sc=

 

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