Mal aprendem a falar, os pequenos viram uns perguntadores de marca maior. Sexo para eles está na pauta do dia. As curiosidades a respeito variam dependendo do ambiente, do cotidiano, do espaço que a criança tem para falar sobre sexualidade em casa, dos vínculos construídos com os familiares e educadores. Apresentamos algumas das perguntas mais freqüentes, em cada idade, e a forma mais simples de respondê-las.

De 2 a 3 anos

Posso fazer xixi de pé, como meu irmão? (Pergunta de menina)
Pode, mas vai molhar a tampa do vaso sanitário e o chão. Os meninos fazem xixi de pé porque fica mais fácil. Se eles fossem fazer xixi sentados na privada, teriam que segurar o pênis para baixo para não molhar o chão.

Por onde sai meu xixi? (Pergunta de menina)
Por um buraquinho que tem entre suas pernas. Se você quiser, pode ver com um espelhinho.

Por que não posso mexer no pipi do papai?
Crianças e adultos não devem mexer no pênis ou na vulva um do outro. As crianças – da mesma idade – podem fazer brincadeiras entre si.

Por que o pipi do papai é maior que o meu? (Pergunta de menino)
Porque ele é maior do que você. Os braços são maiores, as pernas e o pipi também tem que ser.



De 4 a 6 anos

Por onde saem os bebês?
Por um buraquinho chamado vagina que existe entre as pernas da mamãe. A mulher vai para o hospital na hora de o bebê nascer. Às vezes, o médico precisa abrir a barriga da mãe para tirar o bebê.

E como ele entra na barriga da mãe?
Um jeito muito especial de responder a essa pergunta está no livro Mamãe Botou um Ovo!, de Babette Colle. A mamãe tem ovos dentro da barriga. O papai tem sementes nos saquinhos que ficam fora do seu corpo. O papai tem um tubo. As sementes que estão nos saquinhos saem por ali. O papai encaixa na mamãe e o tubo entra na barriga dela por um pequeno buraco. Então as sementes nadam lá dentro com a ajuda de seus rabinhos até o ovo. Quando os dois se juntam formam o bebê.

Por que a professora ficou brava quando o Pedro disse filho da puta?
Puta é como são chamadas as mulheres que recebem dinheiro dos homens para ter relação sexual. Xingar alguém assim é uma ofensa para a sua mãe.



De 7 a 10 anos

É verdade que o bebê é feito de pedaço de cabeça de mulher, de braço, de perna?
Para se gerar um bebê é necessário que o espermatozóide do homem encontre o óvulo da mulher. São tão pequeninos que não dá pra ver sem lente de aumento.

E como ele se alimenta?
O bebê se alimenta pelo cordão umbilical, que liga a mãe à criança.
O sangue que passa pelo cordão é transformado em nutrientes e oxigênio antes de chegar ao bebê.

O que é abuso sexual?
É uma situação em que a criança ou adolescente é usado para o prazer de um adulto ou mesmo de um adolescente mais velho. Acontecem carícias no órgão genital, na mama, no ânus e até o ato sexual, com ou sem violência. É importante que você saiba que o seu corpinho é só seu e só você dirá quem pode tocá-lo. As brincadeiras devem ser com alguém da sua idade.

Como é que a gente dá beijo na boca?
Tem vários modos e depende da intimidade das pessoas que se beijam. Elas podem apenas encostar os lábios uma da outra e, se forem muito íntimas, abrir um pouquinho a boca e tocar uma língua na outra. Mas isso não é coisa de criança. Quando você crescer vai saber o que fazer na hora de beijar.

 

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Muitos são os símbolos que fazem da Páscoa uma data especial para reunir família e amigos. Mesmo que populares, a origem dos elementos que são parte da celebração não é tão conhecida. Confira aqui os significados e comemore o domingo com muita alegria.

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Coelho 

Depois do inverno, os coelhos entram em período fértil com grande capacidade de reprodução. Por isso, simbolizam o renascimento e renovação da vida, sendo uma alusão à ressurreição de Cristo. Foram incorporados à Páscoa na Europa, no século XVIII. Os povos anglo-saxões diziam às crianças que coelhos traziam os ovos e escondiam nas plantas. Na manhã do domingo de Páscoa, elas os procuravam pelas ruas e jardins das vilas. Hoje, os pais fazem a alegria dos pequenos dizendo que coelhos escondem os ovos pela casa. Ovos
A tradição de presentear amigos com ovos é mais antiga que o cristianismo. Povos do oriente davam ovos de galinha ou da pata cozidos e tingidos com beterraba como forma de comemorar a chegada da primavera, simbolizando o começo de uma nova vida. O que era um costume pagão foi santificado pela igreja católica no século XVIII, simbolizando a ressurreição de Cristo.

 Cordeiro
Símbolo mais antigo da Páscoa, o cordeiro representa a aliança entre povo e Deus. O animal teve papel fundamental para a Páscoa judaica, a Pessach. Durante a escravidão dos judeus no Egito, espalhou-se que pragas iriam destruir a civilização dos faraós, mas Deus protegeria os filhos que tivessem suas casas marcadas com o sangue de um cordeiro sacrificado. Com medo da ruína, os egípcios libertaram os judeus. Para o cristianismo, Jesus é considerado o Cordeiro de Deus, que foi crucificado pelos pecados dos homens.

 Chocolate
O alimento de origem americana foi introduzido à Páscoa no século XIX. Com o desenvolvimento da indústria alimentícia na Europa, o cacau ganhou espaço nos pratos europeus e foi incorporado à tradição dos ovos como presentes da celebração. Para os astecas, civilização pré-colombiana, o chocolate é considerado alimento sagrado.

 Círio Pascal
A grande vela acesa pelos católicos no Sábado de Aleluia simboliza a ressurreição de Cristo para iluminar o caminho dos seres humanos. Nela, são gravadas a primeira e última letra do alfabeto grego: alpha e ômega, que dão a idéia de que Deus é o princípio e o final.

 Colomba Pascal
Várias histórias explicam a origem deste pão doce que enfeita as manhãs de Páscoa. Uma delas conta sobre a região da Lombardia, um vilarejo de Pavia ao norte da Itália, onde ouve uma invasão do exército de Albuino, rei dos Lombargos. Para apaziguar o conflito, um confeiteiro local preparou um bolo diferente em formato de pomba, animal que simboliza a paz. Ao receber a iguaria, o invasor se comoveu e poupou o vilarejo. Para os católicos, principalmente italianos, o pão representa a chegada do Espírito Santo e forma de ave remete a uma atitude pacífica.

Na espera…

março 14, 2008

Já tem nome?

É só anunciar a gravidez que todo mundo quer saber como o bebê vai se chamar. Esta é uma decisão deliciosa e crucial, capaz de provocar empatia imediata ou embates acirrados entre familiares e amigos. Se ainda restam dúvidas sobre o assunto, consulte o nosso guia. O nome que você procura pode estar aqui!

Por Marcia Lobo

Nome é uma questão de gosto e gosto não se discute. Portanto, somos todos livres para decidir se queremos homenagear parentes queridos, astros da TV, a cultura popular brasileira ou simplesmente inventar moda. O ministro da Cultura, Gilberto Gil, batizou sua primogênita de Preta e foi aplaudido pela referência étnica. A atriz americana Gwyneth Paltrow chamou a filha de Apple, maçã, em inglês, “porque maçã é bíblica e doce”. Doçura por doçura, nossa Amora Mautner, filha de Jorge e diretora de TV, é pioneira. Caetano Veloso influenciou uma geração ao chamar o filho de Moreno. Aliás, “Mano” Caetano ganhou recentemente um quase-meio-xará quando Marisa Monte resolveu batizar o primeiro rebento de Mano Vladimir. Sting é outro que registrou a filha com um apelido (famosíssimo, já que foi imortalizado pela divina Chanel, mas que nem por isso deixa de ser um apelido): a menina atende por Coco. Por aqui pegaria muito mal. Da mesma forma, a filha de Paul Simon tem um nome para nós risível: lembra cachorrinho ou – na melhor das hipóteses – um jeito carinhoso de chamar os “luíses” da vida. Pois é, trata-se de Lulu. E há quem trilhe caminhos ortodoxos, como a atriz Cláudia Abreu, cuja menina se chama simplesmente… Maria. Em qual dessas tribos você se encaixa? Ou não se encaixa ainda? Este guia nada convencional pretende ajudar ou inspirar você a escolher o nome que acompanhará o seu bebê tão querido e desejado pelo resto dos dias dele. É uma missão e tanto, para ser cumprida com louvor.  

Heróis e heroínas

Por causa de Brad Pitt, já tem bebê sendo batizado de Aquiles, nome que, antes de Tróia, as mães dificilmente levavam em consideração. Não faltam nas certidões homenagens às heroínas nacionais dos livros, da música e da TV. Entre as mais cotadas, Gabriela (a cravo e canela de Jorge Amado e Sônia Braga), Jade (da novela O Clone), Brida (de Paulo Coelho), Marina (de Dorival Caymmi), Lígia (de Tom Jobim) e Carolina (de Chico Buarque). A minissérie Os Maias colocou Carlos Eduardo e Maria Eduarda de volta no mapa dos favoritos. Estreando em Presença de Anita, Mel Lisboa acrescentou dois nomes aos preferidos dos pais: o dela e o da personagem. Em Mulheres Apaixonadas, Carolina Dieckmann fez as pessoas se lembrarem da existência de Edwiges, a santa padroeira dos endividados. Por falar em novela, pode apostar que, com América, a Sol de Deborah Secco vai emplacar.

A tribo dos extravagantes

Em matéria de exageros, eis alguns campeões mundiais:Blue Angel (anjo azul), filha do músico The Edge, da banda U2;
Scout (escoteira), filha de Demi Moore e Bruce Willis, que também são pais amorosos de um Rumer Glenn e de uma Tallulah Belle;
Seven (sete), filho da cantora Erykah Badu;
Denim (aquele das calças jeans), filho da cantora Toni Braxton;
Lily-Rose Melody (lírio rosa melodia), filha de Johnny Depp;
Chastity (castidade), filha de Cher;
Banjo, filho da atriz Rachel Griffiths;
Kid (criança), filho de Tea Leoni e David Duchovny;
Maddox, filho de Angelina Jolie;
Sarah Sheeva, (antes era Riroca), Zabelê, Nana Shara, Kriptus Rá Baby, Krishna Baby e Pedro Baby, a prole de Baby do Brasil.
 

Geográficos

Nomes de lugares estão em alta entre os astros internacionais:• A filha de Michael Jackson, por exemplo, chama-se Paris.
• Kim Basinger e Alec Baldwin são pais de uma Ireland (Irlanda).
• A menina de Natassja Kinski é Kenya Julia
• 
O garoto do jogador David Beckham leva o nome do bairro nova-iorquino Brooklyn (porque o casal estava lá quando descobriu a gravidez da ex-Spice Girl Victoria Adams).
 Gostinho da famaPais fanáticos por futebol sempre gostaram de homenagear seus ídolos: Ademir, Gilmar, Jair, Carlos Alberto, Raí, Djalma, Nilton, Ronaldo, Diego, Diogo. Edson (de Pelé) nunca foi um campeão nas preferências; em compensação, quando nasceu a primeira filha do rei, Kelly Cristina virou mania.O sucesso de Senna na Fórmula 1 e de Guga no tênis fez Ayrton e Gustavo voltarem à moda.Nossos vitoriosos times olímpicos de vôlei e basquete acrescentaram à lista: Bernardo, Hortência, Giovane, Renan, Leila, Maurício, Marcel, Adriana, Fernanda, Virna, Ricardo, Emanuel.As top models também colocaram seus nomes em cartaz. Principalmente Gisele, Naomi, Cindy. Bem como as cabeças coroadas, em especial as princesas Diana, Caroline e Stephanie. Outras opções puro sangue azul: Yasmin, Margareth, Sylvia, Juliana, Sarah, Isabel, Leonor, Alexandra, Vitória.Mas são mesmo as celebridades das telas (do cinema e da TV) as grandes fontes de inspiração. Para as meninas: Angélica, Angelina, Alícia, Amanda, Andrea (que na Itália é feminino e masculino e por aqui ganhou versão aportuguesada, Andréia), Bárbara, Camila, Carol, Cristiana, Cristiane, Débora, Drica, Emma, Fernanda, Giovanna, Giulia, Glória, Greta, Ingrid, Isabela, Isabelle, Jenifer, Jéssica, Kyra, Laura, Leandra, Lílian, Linda, Lisa, Lisandra, Marília, Melina, Melissa, Michelle, Mila, Natália, Nicole, Paloma, Paz, Pietra, Rachel, Rebeca, Rosana, Sally, Salma, Samantha, Sandra, Selma, Sharon, Sofia, Susan, Tea, Vanessa. Para os meninos: Alan, Alec, Alex, Caíque, Danton, Eric, Jean, Leonardo, Marcelo, Raul, Rodrigo, Roger, Sam, Selton.E que nomes os ricos e famosos escolhem para os próprios filhos? Começam a ganhar xarás Maria Rita e João Marcelo (de Elis Regina). Diferentemente do que se esperava, Madonna não foi nada extravagante: escolheu Rocco e Lourdes Maria. Cindy Crawford preferiu Presley; e Elizabeth Hurley, Damian.Algumas das mães aqui da terra não inventaram moda: a filha de Kelly Key chama-se Suzanna; a de Elba Ramalho, Maria Clara; Isabel Fillardis, um pouquinho mais ousada, preferiu Analuz. Fernanda Torres deu ao filho um nome há muito tempo fora de moda, mas que agora, copiado pelo casal Angélica e Luciano Huck, pode até voltar: Joaquim. E Helena Ranaldi ficou com o eterno Pedro. Mas Isabeli Fontana não resistiu a ser diferente: o nome de seu filho é Zion – terra prometida dos rastafáris, a seita religiosa jamaicana que a modelo admira.

Como uma Deusa (ou um Deus)

Alcione, Alita, Artêmis, Chandra, Cibele, Cíntia, Clóris, Daphne, Demétrio, Denis, Denise, Diva, Flora, Hermes, Heros, Íris, Ísis, Jane, June, Mani, Nahid, Odin, Ravi, Têmis, Trajano, Thor. Perfume de flor Acácia, Açucena, Antero, Anthea, Ayana, Bonina, Deise, Delphine, Emi, Florinda, Flóris, Gládis, Gláucia, Ivy, Thalia, Verbena, Zara.

Alto-astral

Estes significam felicidade, alegria, otimismo: Ada, Agnes, Aída, Ananda, Benjamim, Caio, Dionísio, Esperança, Eunice, Fausto, Felícia, Félix. Mitológicos Alfeu, Andrômeda, Aurora, Clio, Dido, Dione, Dirce, Enéias, Eurídice, Evandro, Glauco, Hebe, Iole, Laio, Lavínia, Leandro, Leda, Nereida, Orfeu, Penélope, Rômulo, Sabrina, Ulisses, Valquíria. 

Bem originais

Marta e Tadeu – sabia que esses dois nomes vieram do aramaico? Examinando origens distantes (no tempo e no espaço), você pode encontrar (ou lembrar) aquele nome especial que procura. • Alemão: Enzo, Lara.• Árabe: Cid, Karime, Samira, Soraia.• Armênio: Zilema, Zulma.• Assírio: Baltazar, Nina, Semíramis.• Bretão: Morgana.• Celta: Alina, Artur, Brian, Brígida.• Egípcio: Núbia, Osíris.• Espanhol arcaico: Belinda, Bolívar, Ximene.• Francês arcaico: Curtis, Franco, Guido, Leonel, Marlon.• Gaélico: Alana, Glena, Rônei.• Galês: Ariana, Eleonora.• Germânico: Arduíno, Evaldo, Irma, Kleber, Lóris, Mina, Ramiro, Valdo, Wladyr, Zelinda.• Latino-germânico: Alba, Alma, Araceli, Belina, Benício, Carina, Cássio, Constança, Dácio, Fabiano, Fabrício, Júnia, Lorena, Lourenço, Luan, Miranda, Priscila, Sálvio, Tito, Túlio, Úrsula, Veridiana, Verônica, Viviana.• Persa: Ciro, Sacha, Zana.• Português arcaico: Fernão.• Púnico: Aníbal, Bianca.• Sânscrito: Nádia, Nirvana.• Teutônico: Alberta, Aldo, Alison, Armina, Astride, Berta, Bibiana, Brenda, Elga, Hilma, Lutero, Thainna, Werner.

Preferências nacionais

Nomes indígenas e africanos estão em alta, sendo Cauã (escrito das mais diferentes maneiras possíveis e imagináveis) o campeão das preferências. Outras opções para meninos são: Aritana, Caiubi, Delmar, Guaraci, Iberê, Iraí, Jatir, Jurandir, Mair, Moacir, Peri, Poti, Rudá. Para as meninas: Adanna, Amana, Anajá, Bartira, Ceci, Daya, Diacira, Hanna, Iaci, Iara, Iracema, Ivaí, Janaína, Jandira, Juçara, Jurema, Luara, Mairi, Mayara, Miracema, Moema, Niara, Potira.Também estão na moda as pedras preciosas, tipo Cristal, Esmeralda, Pérola, Rubi, Safira e Turmalina.Mas Ana e Maria (pura e simplesmente, ou acompanhadas de um segundo nome) ainda são os mais queridos. A lista dos dez preferidos nos cartórios inclui ainda: Júlia, Giovana, Beatriz, Vitória, Letícia, Gabriela, Bruna e Larissa. Para os meninos, João é campeão, seguido de Gabriel, Lucas, Pedro, Matheus, Luís, Vítor, o já citado Cauã, Guilherme e Vinícius.E os dez mais americanos? Aí vão: para meninas, Madison, Emma, Abigail, Riley, Chloe, Hannah, Alexis, Isabella, Mackenzie, Taylor; para meninos, Aidan, Jaden, Caden, Ethan, Caleb, Dylan, Jacob, Jordan, Logan, Hayden.  

Só não vale…

Dar à criança um nome que possa constrangê-la no futuro. De acordo com o parágrafo único do artigo 55 da Lei de Registros Públicos (Lei n o 6.015, de 31/12/1973), nesse caso, os cartórios podem se recusar a acatar o pedido dos pais. “Há uma certa subjetividade, pois a primeira apreciação é feita pelo oficial do cartório”, explica a advogada Silmara Juny Chinelato, professora livre-docente da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo. “Quando os pais não concordam, o próprio oficial remete o caso ao juiz, que dará a palavra final.” 

Já escolheu?

Escritores Infantis

março 12, 2008

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